segunda-feira, 29 de abril de 2013
“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor.
“O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor.”. (Provérbios 16:01).
- Quantas são as pessoas que não encontraram a felicidade na realização de seus sonhos, e quantas são as que desistiram de seus sonhos devidos porque humanamente falando, eram sonhos impossíveis...
- O HOMEM PODE FAZER PLANOS, o homem pode se dedicar ao máximo em algum projeto e NÃO TER ÊXITO NENHUM no seu sonho...
- Acreditar num sonho apenas, não é sinônimo de que realizarás o teu sonho...
- ANTES DE SONHAR, procure através da palavra de Deus saber se o seu sonho está de acordo com a vontade de Deus na sua vida...
- Sonhar em fazer algo em desacordo com a vontade de Deus é nadar contra a correnteza, e é por isso que muitos se afogam nos seus “próprios” sonhos.
A RESPOSTA CERTA VEM DO SENHOR:
- Assim como um inventor inventou o serrote com a finalidade de cerrar a madeira e o martelo para pregar o prego na madeira, tendo assim cada ferramenta uma finalidade específica, o Senhor Deus também criou cada homem com capacidade e inspiração para fazer algo específico neste mundo.
- Descubra em Jesus a sua verdadeira vocação e seja muito feliz naquilo que Deus preparou para você...
CONCLUSÃO:
- Realize os sonhos de Deus na sua vida...
- Seja PROPIEDADE EXCLUSIVA de Deus; deixa o Senhor te usar na obra Dele, porque você é muito importante para Deus...
Priscila Paula
domingo, 28 de abril de 2013
Quando Deus diz não:
Há ocasiões em que a única coisa que você quer é a única que jamais conseguirá...
Para Deus, é preferível termos um defeito temporário na perna a precisarmos usar uma muleta para sempre. E se for necessário que Deus use um espinho para nos fazer entender seu objetivo, ele nos amará o suficiente para não retirá-lo.
Tudo o que você deseja é uma porta aberta, um dia a mais ou uma oração respondida, algo pelo qual será agradecido.
E você ora e espera.
Nenhuma resposta.
Você ora e espera.
Nenhuma resposta.
Você ora e espera.
Posso fazer-lhe uma pergunta muito importante? E se Deus disser não?
E se o pedido demorar ou for negado? Quando Deus diz não, como você reage? Se Deus disser: "Eu lhe dou a minha graça, e isso basta", você ficará satisfeito?
Satisfeito. A palavra é essa. Um estado de espírito no qual você se sentirá em paz se Deus não lhe der nada além do que você já tem. Faça um teste consigo mesmo com esta pergunta: Se a única dádiva de Deus para você fosse sua graça salvadora, você ficaria satisfeito?
E se a resposta dele fosse: "Minha graça é suficiente". Você ficaria satisfeito?
Veja bem, de acordo com a perspectiva do céu, a graça é suficiente.
Priscila Paula
terça-feira, 23 de abril de 2013
A população evangélica brasileira está crescendo
A cada dez anos, o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística faz uma pesquisa populacional e indica os índices que norteiam as avaliações oficiais de nosso país.
Mas estamos preparados para sermos um país com sua maioria evangélica, tudo sendo ditado pelas convicções formatadas nos púlpitos, por uma política dominada pela ética, apresentada nas diversas formas de ser igreja, distribuída por esse Brasil que é de dimensões gigantescas, portanto muito diverso em si mesmo?
Parece-me que a onda do momento é a proposta de igreja em células, que como a exemplo da teologia da prosperidade, as igrejas tradicionais e pentecostais clássicas estão aderindo. Esse modelo de igreja tem recebido vários nomes desde que chegou ao Brasil: G12, células, grupos familiares, núcleos pastorais e outros. Para compreender melhor esse modelo de igreja, o crescimento se justifica pela formação de líderes com a “visão”, em intensos treinamentos institucionais, sendo preparados para multiplicar os pequenos grupos e o líder ocupar uma posição de destaque na pirâmide do poder.
Um dado relevante no último senso foi o crescimento dos que confessam ser evangélicos entre a população brasileira. Nos dados do censo de 1991, o percentual de evangélicos na população brasileira era de 9%. Logo no ano 2000, cerca de 26,2 milhões de brasileiros se declarava evangélico, quantidade correspondente a 15,4% da população. Portanto, o IBGE constatou no último senso que os evangélicos comparados com o censo feito em 2000, tiveram o crescimento de 61,45% nos últimos dez anos. Como foi detectada, no ano de 2010, a quantidade de brasileiros que se identificaram como evangélicos saltou para 42,3 milhões, ou 22,2% da população brasileira. Diante desse crescimento impressionante e se manter esse ritmo, acredita-se na possibilidade do Brasil se tornar um país predominantemente evangélico.
Mas estamos preparados para sermos um país com sua maioria evangélica, tudo sendo ditado pelas convicções formatadas nos púlpitos, por uma política dominada pela ética, apresentada nas diversas formas de ser igreja, distribuída por esse Brasil que é de dimensões gigantescas, portanto muito diverso em si mesmo?
Nunca se ouviu tanto falar em opinião evangélica nas televisões brasileiras, nos programas de entrevista dos canais abertos. A política brasileira nunca foi tão interessante para os evangélicos como nos últimos dias, pelo espaço político que esse grupo tem usufruído em nosso país. Apesar disso, os motivos dessa manifestação evangélica, na política brasileira, são pelos motivos corretos?
Contudo, o que fascina qualquer observador religioso são as possibilidades que esse meio insinua com seu crescimento. Para compreendermos melhor as consequências, vamos buscar a origem dos evangélicos em nossa terra. Os católicos eram praticamente cem por cento, da população em nosso país, após a catequização pelos jesuítas. Os evangélicos iniciaram no Brasil com a chegada de comunidades étnicas: com as igrejas luteranas para atender as comunidades alemãs, as anglicanas para atender a comunidade inglesa e outras igrejas para atender as comunidades migrantes de países distantes no século XIX. O projeto missionário que seria converter a comunidade Católica a partir do “proselitismo” se iniciou com igrejas oriundas de movimentos missionários da América do Norte no final do século XIX. Com a abertura desse caminho iniciou-se no Brasil o movimento pentecostal, com a Igreja Congregação Cristã no Brasil (Igreja do Véu) e a Igreja Assembleia de Deus; essa última se tornou a partir da década de cinquenta a maior denominação pentecostal do mundo. Logo, nos anos setenta, iniciou-se no Brasil um movimento conhecido como movimento neopentecostal, pelas igrejas midiáticas como a IURD – Igreja Universal do Reino de Deus, e outras, que trouxe para o Brasil a teologia da prosperidade (discurso de vender fantasias para pessoas que vivem nos pesadelos da vida social brasileira). Esse último movimento ensinou o modelo de prosperidade, a partir do seu exemplo de enriquecimento. Essas igrejas fizeram crescer os índices da população que assumiam ser evangélicos, sendo, muitos dos que migraram de outras igrejas para essas denominações.
Nos últimos anos, após esse movimento neopentecostal, tem se visto outro grupo de evangélicos se destacando na sociedade brasileira, que por sinal tem se tornado cada dia mais individualista. Parece-me que esse fenômeno do individualismo tem sido a força motor para algumas igrejas criarem modelos de denominações as quais atendem aos anseios de parte de nossa população que não está se dando bem com a “solidão na coletividade”, pois, a competitividade em todas as áreas, tem transformado nossa população, em buscadoras de suas ambições individualmente.
Parece-me que a onda do momento é a proposta de igreja em células, que como a exemplo da teologia da prosperidade, as igrejas tradicionais e pentecostais clássicas estão aderindo. Esse modelo de igreja tem recebido vários nomes desde que chegou ao Brasil: G12, células, grupos familiares, núcleos pastorais e outros. Para compreender melhor esse modelo de igreja, o crescimento se justifica pela formação de líderes com a “visão”, em intensos treinamentos institucionais, sendo preparados para multiplicar os pequenos grupos e o líder ocupar uma posição de destaque na pirâmide do poder.
Com o método de crescimento, anunciados como eficaz, e sua habilidade em aproveitar a mídia, essas igrejas têm vendido esses modelos para outras denominações, que buscam o crescimento rápido para suas congregações. Assim sendo, as igrejas em questão têm produzido literaturas, palestras motivacionais, treinamentos, dinâmicas de crescimento, mensagens voltadas para o fortalecimento dessa visão. Com toda essa visão empreendedora e de aparente sucesso, algumas das igrejas evangélicas, que perderam a identidade e a visão cristã de ser igreja, têm se convertido a esses projetos que ainda, não se deu o tempo necessário de crescimento para avaliação de sua real eficiência e das consequências dessa modalidade religiosa evangélica.
Autor: Sérgio Batista, teólogo, cientista da religião e superintendente de comunicação da igreja Assembleia de Deus Ministério Fama
Autor: Sérgio Batista, teólogo, cientista da religião e superintendente de comunicação da igreja Assembleia de Deus Ministério Fama
segunda-feira, 22 de abril de 2013
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